De Ekos Equilibrivm a Chronos, linhas da Natura utilizam bioativos que geram prosperidade em comunidades ao mesmo tempo em que conservam a natureza_

 

O que existe por trás de um produto cosmético feito com ingredientes da floresta? No Dia da Amazônia, celebrado neste 5 de setembro, a Natura, marca mais sustentável do mundo* mostra como biodiversidade, ciência, tecnologia e parcerias com comunidades locais podem se transformar em inovação para a indústria da beleza. Com uma trajetória iniciada em 2000, com o lançamento de Natura Ekos, a companhia reúne hoje 52 bioativos amazônicos em seu portfólio e mantém parcerias com 46 comunidades agroextrativistas no Brasil, que juntas representam mais de 10.000 famílias.

“O desenvolvimento de um produto da Natura com bioativos da Amazônia começa com a descoberta da potência cosmética e o desenvolvimento desse insumo com as comunidades locais. É um processo que demanda cuidado e geração de impacto positivo em todas as etapas”, afirma Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura.

Conheça algumas das etapas que conectam a biodiversidade amazônica à pesquisa, à tecnologia e às soluções de beleza desenvolvidas pela Natura.

Como um bioativo da Amazônia vira um cosmético de qualidade?

O desenvolvimento de um bioativo começa antes da formulação do produto. A Natura pesquisa as características das espécies, os conhecimentos associados a elas e as possibilidades do cultivo à aplicação cosmética. Também são avaliadas questões relacionadas à qualidade da matéria-prima, segurança, eficácia, estabilidade e capacidade de abastecimento, respeitando os ciclos da natureza.

Para isto, a companhia mantém parcerias com comunidades fornecedoras, cooperativas, instituições de pesquisa e outros parceiros do ecossistema de inovação, para desenvolver tecnologias que transformam matérias-primas em ingredientes de alta performance para a indústria cosmética.

Parte desse conhecimento está no Ecoparque, centro tecnológico e industrial da Natura em Benevides, no Pará. Em operação desde 2014, o complexo ocupa 172 hectares e reúne atividades que envolvem pesquisa e desenvolvimento dos bioativos, processamento de ativos da biodiversidade amazônica e a produção de mais de 90% dos sabonetes da companhia.

Quais ingredientes da Amazônia estão presentes nos produtos da Natura?

A Natura já desenvolveu ao longo de mais de 25 anos 52 ingredientes amazônicos, desenvolvidos em parceria com 53 comunidades, que estão presentes em mais da metade do portfólio. Entre eles, há lançamentos como:

Menta amazônica – Utilizada em produtos da linha em parceria com a Anitta, Natura Ekos Equilibrivm, a Menta Amazônica traz uma fragrância exclusiva, leve e refrescante, que desperta a presença plena e deixa a pele equilibrada e regenerada com hidratação profunda. O ingrediente foi desenvolvido com exclusividade pela Natura e passa por etapas de cultivo e beneficiamento em comunidades da Amazônia antes de ser incorporado às formulações.

A cadeia também exemplifica a importância de agregar valor próximo à origem da matéria-prima. Exemplo disso é a extração do óleo na própria comunidade que cultiva a menta por meio de uma agroindústria. Essa fábrica permite que a geração de renda aumente em até 60%. Em parceria com as comunidades, a Natura desenvolveu 20 agroindústrias na Amazônia.

Baunilha amazônica – a baunilha amazônica é um exemplo de como a pesquisa pode ampliar o potencial de espécies da biodiversidade e transformá-las em ingredientes de valor agregado para a indústria da beleza. Presente na linha Natura Ekos Baunilha Amazônica, composta por creme hidratante corporal, creme para as mãos, óleo corporal, sabonete em barra e Frescor, a linha que utiliza a baunilha amazônica convida o consumidor a construir um ritual completo, combinando os produtos em diferentes ocasiões com texturas para prolongar a fixação enquanto fortalece 3X mais a barreira cutânea para proteção da pele.

 

Cupuaçu – A partir de um ativo conhecido e utilizado tradicionalmente na região, a companhia desenvolveu a linha Ekos Cupuaçu, focada em hidratação profunda, firmeza da pele e melhora visível da celulite e estrias, contando com extrato 100% natural de cupuaçu.

Ajuru – Fruto nativo das áreas de restinga no Pará. Na linha Chronos Derma da Natura, ele é utilizado como um bioativo de alta performance para cuidados com a pele, a partir do estímulo, por exemplo, do colágeno 17 para firmeza da região dos olhos.

Como a Natura gera prosperidade na Amazônia ao vender cosméticos?

Para que um produto seja desenvolvido, a Natura investe ativamente no desenvolvimento da socioeconomia local. Em 2025, o investimento direto nas comunidades amazônicas chegou a R$ 62,39 milhões, uma evolução de 29% em relação ao ano anterior.

A companhia também desenvolve iniciativas como o Mecanismo de Financiamento Amazônia Viva, em parceria com a VERT Securitizadora e o FUNBIO (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade). O mecanismo combina financiamento, assistência técnica, apoio à gestão de cooperativas e conexão com mercados. Até o final de 2025, ele havia mobilizado R$ 41 milhões em investimentos diretos para comunidades amazônicas, mantendo 100% de adimplência entre os tomadores de crédito.

Outro exemplo é o Pagamento por Serviço Ambiental, como acontece na comunidade RECA, em Rondônia, que recebe pelo desmatamento evitado ao conservar a floresta e produzir bioativos. Um estudo concluído em 2025, em parceria com o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), analisou os impactos socioeconômicos da iniciativa e mostrou como produtores participantes apresentam renda média anual 37% superior a de não participantes. Além disso, 25% dos filhos das famílias envolvidas estão no ensino superior, contra 4% no grupo de comparação. O levantamento também aponta maior capacidade de reserva financeira e acesso a lazer.

Essa conexão também se estende a iniciativas de economia circular. Em Benevides, o Benevides Recicla reúne a Natura, o poder público municipal, organizações parceiras e catadores em ações de coleta seletiva, gestão de resíduos e geração de renda. Os materiais recuperados podem retornar à cadeia de embalagens.

Quais os próximos passos da história da Natura na Amazônia?

Com o lançamento da Visão 2050, no ano passado, a Natura se comprometeu a ser uma empresa 100% regenerativa em 2050. Para isso, a companhia posiciona a Amazônia como o epicentro de uma economia regenerativa, assumindo a ambição de contribuir para que a região seja reconhecida globalmente como um grande polo de geração de riqueza, inovação e tecnologia.

Para materializar esse futuro, a companhia compromete-se a buscar a substituição de matérias-primas de seus processos produtivos por insumos de origem amazônica sempre que possível. Indo além do uso sustentável da biodiversidade, a estratégia garante que 100% das comunidades locais fornecedoras recebam pagamentos diretos por serviços ambientais.

“Nossa trajetória na Amazônia mostra que biodiversidade, inovação e desenvolvimento podem caminhar juntos. O nosso papel é contribuir para que esse modelo continue evoluindo, em parceria com diferentes atores e valorizando os conhecimentos, as pessoas e os territórios que fazem parte dessas cadeias”, afirma Ana Costa.

*Estudo “Blueprint for Brand Growth” da Kantar.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

 

*Fonte – Assessoria de Imprensa