A juíza federal Jaiza Fraxe determinou, nesta terça-feira (15), que o Governo do Amazonas, Prefeitura de Manaus e União interrompam as possíveis ilegalidades, apontadas pelo Ministério Público Federal (MPF), praticadas durante o ato bolsonarista, que está há mais de 14 dias em frente ao CMA. Segundo a magistrada, as autoridades serão notificadas no decorrer do dia.

A determinação saiu após um pedido do MPF que alegou que o protesto é um “ato antidemocrático”, que causa barulho ensurdecedor – prejudicando a saúde de Pessoas com Deficiências (PCDs), idosos e crianças que moram na região – e interrompe o direito de ir e vir.

O ato em frente ao CMA começou no dia 2 de novembro. Nesta terça-feira (15), mais bolsonaristas aderiram à manifestação, que protesta contra o resultado das urnas. O ato desta terça faz parte de um movimento nacional.

 

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