“O #SouManaus não são só os palcos. Tem muita coisa aqui. São muitas tribos, são muitas áreas. O Museu da Cidade de Manaus está aberto para o conhecimento da história, tem uma apresentação das águas, o conhecimento das nossas calhas e dos nossos afluentes. É muito bacana ver tudo isso acontecendo”, afirmou.

O prefeito também destacou a evolução do festival, que ampliou sua programação de quatro para dez dias, e a valorização dos artistas locais. Segundo Renato Junior, a expansão do evento fortalece toda uma cadeia produtiva da cultura, que envolve mais de 8 mil trabalhadores, além dos artistas que integram diretamente a programação.

“A gente está muito feliz porque houve um esforço muito grande de toda a Prefeitura de Manaus para cumprir aquela determinação que eu dei lá atrás, de realmente valorizar o artista da nossa terra. E isso está acontecendo hoje. Todos os palcos ficaram completamente lotados. Isso é valorizar o povo da nossa terra”, destacou.

De acordo com o diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult), Márcio Braz, a programação também foi construída a partir da participação popular, incluindo a criação do palco dedicado à música eletrônica, uma demanda identificada nas redes sociais.

“Quem fala que a cultura é custo tem que perguntar a essas milhares de pessoas se elas vieram para cá, porque acreditam que é custo. Não. Elas sabem que é investimento e que a Prefeitura de Manaus está oportunizando a elas terem acesso aos artistas que, às vezes, elas não têm”, afirmou.