Colocar proteína no prato virou tarefa impossível para boa parte dos brasileiros na gestão do ministro da Economia, Paulo Guedes. Quando o atual governo assumiu, em janeiro de 2019, as carnes de primeira e segunda eram vendidas por quase a metade do que custam hoje. O preço de ambas subiu mais de quatro vezes acima da inflação oficial do país
De acordo com o levantamento mensal da cesta básica paulista feito pelo Procon-SP, os cortes nobres saíam em média por R$ 24,19 o quilo há quase três anos. Em novembro de 2021, o preço saltou para R$ 44,45, 83,75% de aumento.
Segundo a calculadora do Banco Central, nesse mesmo intervalo de tempo, a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 19,29%.
O caso das carnes de segunda (sem osso) é ainda pior. Saíam em média por R$ 17,88 no país no início de 2019. Hoje, por R$ 34,02 (90,26% mais salgada).
Nem o frango serve como opção para garantir um pouco de proteína às famílias. De R$ 6,51 na virada de 2018 para 2019 passou agora, com 82% de reajuste, para R$ 11,89 o quilo.
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