O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca nesta quarta-feira (11), onde o premiê deverá pressioná-lo a ampliar as negociações entre os EUA e o Irã para incluir restrições ao arsenal de mísseis de Teerã e outras ameaças à segurança que vão além do programa nuclear iraniano.

Em seu sétimo encontro com Trump desde que o presidente retornou ao cargo há quase 13 meses, Netanyahu buscará influenciar a próxima rodada de discussões entre os EUA e o Irã, após as negociações nucleares realizadas no Omã na última sexta-feira (6), em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio.

Trump ameaçou realizar ataques contra o Irã caso um acordo não seja alcançado, e Teerã respondeu com promessas de retaliação, alimentando temores de uma guerra regional mais ampla. Ele tem reiteradamente manifestado apoio a um Israel seguro, um aliado próximo dos EUA no Oriente Médio e um dos principais inimigos do Irã.

Em seu sétimo encontro com Trump desde que o presidente retornou ao cargo há quase 13 meses, Netanyahu buscará influenciar a próxima rodada de discussões entre os EUA e o Irã, após as negociações nucleares realizadas no Omã na última sexta-feira (6), em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio.

Trump ameaçou realizar ataques contra o Irã caso um acordo não seja alcançado, e Teerã respondeu com promessas de retaliação, alimentando temores de uma guerra regional mais ampla. Ele tem reiteradamente manifestado apoio a um Israel seguro, um aliado próximo dos EUA no Oriente Médio e um dos principais inimigos do Irã.

Trump disse à Fox Business que um bom acordo com o Irã significaria “nada de armas nucleares, nada de mísseis”, mas não deu detalhes. Em entrevista à Axios, ele afirmou estar considerando o envio de um segundo grupo de ataque de porta-aviões como parte de um grande aumento da presença militar americana perto do Irã.

Israel está preocupado com a possibilidade de os EUA buscarem um acordo nuclear restrito, que não inclua limitações ao programa de mísseis balísticos do Irã nem o fim do apoio iraniano a grupos armados como o Hamas e o Hezbollah, segundo fontes familiarizadas com o assunto.

 

Fonte CNN