O governo comemorou nas últimas semanas a primeira redução em 13 anos na tarifa de energia da usina de Itaipu, mas o setor não vê tantos motivos para celebrar. A avaliação entre especialistas da área é que o Brasil perdeu uma importante queda de braço com o Paraguai.
O governo de Jair Bolsonaro (PL) concordou em elevar o custo de exploração de energia da usina ao inédito valor de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões), o que eleva a tarifa paga por brasileiros em quase US$ 300 milhões (US$ 1,5 bilhão).
O governo comemorou nas últimas semanas a primeira redução em 13 anos na tarifa de energia da usina de Itaipu, mas o setor não vê tantos motivos para celebrar. A avaliação entre especialistas da área é que o Brasil perdeu uma importante queda de braço com o Paraguai.
O governo de Jair Bolsonaro (PL) concordou em elevar o custo de exploração de energia da usina ao inédito valor de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões), o que eleva a tarifa paga por brasileiros em quase US$ 300 milhões (US$ 1,5 bilhão).
Havia uma janela de oportunidade para o alívio. O tratado que rege a usina estabelece que Itaipu não pode ter lucro, ou seja, dinheiro sobrando. A tarifa equivale às despesas para manter a usina, tecnicamente chamadas de Cuse (Custos de Serviço de Eletricidade). Eles são a soma de três grandes grupos.
Há o pagamento de royalties pelo uso da água, que é atrelado à produção de energia e fica na casa de US$ 400 milhões por ano. Também é relevante o chamado custo de exploração, que na prática agrupa as despesas para operação e manutenção da usina, e que, na média, ficou em US$ 763 milhões (R$ 3,9 bilhões) nos últimos dez anos.
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