Os pecuaristas do Brasil abateram 6,96 milhões de bovinos no primeiro trimestre, alta de 5,5% no comparativo anual, enquanto o abate de suínos marcou recorde para o período e o de aves caiu, mostraram hoje (8) dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o levantamento, que considera abates sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária, todos os meses do trimestre apresentaram variações positivas em relação aos respectivos períodos de 2021 no segmento de bovinos, com destaque para março (+8%), mês de maior atividade, quando foram abatidas 2,47 milhões de cabeças.
Após dois anos de quedas na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o abate de fêmeas teve variação positiva de 12,9% em relação ao 1º período de 2021. Já o abate de machos cresceu 1,1% na mesma comparação”, disse o IBGE.
O movimento contribui para queda nos preços da arroba bovina, que vem sendo pressionada pelo maior volume de abates, redução na demanda interna pela carne e possível diminuição nas intenções de confinamento no segundo semestre devido aos altos custos de milho e farelo de soja usados na ração.
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