Um dos 19 raros bombardeiros americanos B-2, de US$ 2 bilhões cada, foi enviado para missão pela 1ª vez desde 2017; combatentes apoiados pelo Irã disseram que EUA “pagarão o preço”
O uso pelos Estados Unidos de um dos seus mais importantes e caros sistemas de armas, o bombardeiro furtivo B-2, contra as instalações subterrâneas de munições Houthi no Iêmen envia uma mensagem mais ampla que será ouvida em Teerã em meio ao confronto do Irã com Israel, aliado dos EUA.
Enviar seus raros bombardeiros B-2 de US$ 2 bilhões — a Força Aérea dos EUA tem apenas 19 deles — para atingir um grupo que não tem nem perto desse nível de equipamento militar sofisticado parece, à primeira vista, um exagero.
Washington se contentou em usar armas de última geração disparadas de aeronaves e navios de guerra na região para atingir alvos Houthis ao longo do ano passado, sofrendo danos mínimos ou nenhum em suas plataformas.
Mas as palavras do Secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, ao anunciar o ataque foram reveladoras:
“Esta foi uma demonstração única da capacidade dos Estados Unidos de atingir instalações que nossos adversários buscam manter fora de alcance, não importa quão profundamente enterradas, endurecidas ou fortificadas estejam.”
fonte CNN


